Advogado de acusado da morte de médico nega ‘sonho premonitório’ e conta o motivo; ouça a entrevista


Convocado pela polícia para prestar depoimento sobre a morte do médico Andrade Santana Lopes, assassinado com um tiro na nuca e tendo o corpo encontrado no rio Jacuipe, o colega de profissão Alan Floriano, que reside em Salvador, esteve na tarde desta quarta-feira (9), na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Feira de Santana, acompanhado pelo advogado Joari Wagner.

Segundo a polícia, o medico Alan foi citado por Geraldo Freitas Júnior, que confessou em depoimento ter sido o autor do disparo e que o motivo foi um sonho premonitório. Em entrevista ao repórter Marcos Valentim (Boca de Zero Nove), o médico informou que não se relacionava bem com o acusado e que era amigo da vítima.

“Como meu nome foi citado, devido a um sonho que algum parente teve e acabei tendo que prestar meu depoimento e esclarecer os fatos.Isso pra mim é uma história sem pé, nem cabeça, porque o fato dele ter premeditado e armado uma emboscada com homicídio,ocultação de cadáver, ele quer desfazer todos esse fatos, estratégia que eles estão usando como defesa. Pra mim, isso aí, acho difícil de escapar de uma pena muito alta”

O médico contou ainda que conheceu Geraldo do tempo de faculdade e acusou o investigado de envolvimento com coisas erradas e que gostava de ostentar. Disse que se afastou de sua convivência por esses motivos e que o acusado o prejudicou na compra de um automóvel. Sobre a vítima, contou que era uma pessoa muita querida. “Uma pessoa que sempre praticou o bem, que fazia ação social e ajudou todo mundo”, completou.

O advogado Guga Leal (foto), que representa o médico Geraldo Júnior, alegou em entrevista ao repórter Sotero Filho (rádio Subaé), que estranhou a informação veiculada na imprensa de que o motivo do crime teria sido um sonho premonitório de algúem ligado ao acusado. Ainda de acordo com o advogado, a motivação foram as mensagens que seu cliente teria visto no celular da vítima (Andrade) – conversas com uma terceira pessoa, que também é médico. Ouça detalhes na entrevista

Blog Central de Polícia, com informações de Marcos Valentim e Sotero Filho.

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